Archive for dezembro, 2010


Minha Pitinininha

Minha Pitinininha (de Guilherme Gattino para Priscila Maia)

As horas parecem não passar quando não estou contigo
E incrivelmente elas passam raído demais quando estou ao teu lado
Por que o tempo é assim?
Queria que o tempo passasse rápido quando estiver longe de ti
Queria que o tempo passasse devagar quando estiver ao teu lado

Angustiosas horas passo olhando o relógio
Tentando fazer o ponteiro do relógio se mover mais rápido
Rápido para sair daqui e chegar o mais rápido que der onde tu estiver
Olhar nos teus olhos
Cheirar o teu perfume
Beijar os teus lábios
Me esquentar no calor do teu corpo

A saudade vive em meu coração
Por mais juntos que nós vivemos
Por mais tempo que eu possa ficar ao teu lado
A saudade vive em meu coração

Te amo.
Cada vez mais.
Cada segundo longe de ti
Cada segundo perto de ti
Eu te amo cada vez mais.

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Uma incrível matéria postada nas notícias da  Revista UFO. Uma matéria feita pelo mestre Paulo Poian. Se os fatos apresentados por Ruppert  Matthews forem reais (e acredito que há grande probabilidade disso ser real), temos um avanço significativo em relação a vida em outros planetas. Seria a prova final da existência de seres que habitam e/ou possam estar em outros planetas, e ali do lado, no nosso vizinho Júpiter. Todos sabem que Júpiter possui luas que há sinais de água líquida, o que propicia o desenvolvimento de vida.

Segue a matéria do mestre Poian:

“Será que astrônomos da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) e da Busca por Inteligência Extraterrestre [Search for Extraterrestrial Intelligence, SETI] realmente detectaram um sinal artificial de uma das maiores luas de Júpiter, Ganimedes, durante a década de 1980? Segundo alguns pesquisadores, a resposta é sim.

Este cenário parece ter ocorrido. De acordo com o autor Rupert Matthews – com quase duas centenas de livros publicados e especialista em temas históricos ou militares -, a informação foi transmitida a ele como real, por um astrônomo da NASA que estava trabalhando em estreita colaboração com o SETI.

Enquanto pode parecer, para alguns, extremamente absurdo, é bom recordarmos que foi apenas nas últimas décadas que especialistas confirmaram a forte evidência de oceanos líquidos debaixo de Europa, Ganimedes e Calisto, as três maiores luas de Júpiter. E como todos sabem, a água é o elemento que deve estar presente ao desenvolvimento da vida, por isso, enquanto se pareça como improvável, não é impossível.

Tal sinal parece ter sido detectado, segundo o autor e suas fontes, somente por um breve período de tempo, não repetindo-se desde então, talvez possamos dizer que esses ETs estariam apenas visitando o local e não seriam residentes permanentes daquela lua.

Quanto ao provável fato, é isso que Matthews relata em seu livro Alien Encounters: True Life Stories of Aliens, UFOs and Other Extra-Terrestrial Phenomena [Encontros Alienígenas: Histórias da Vida Real de Aliens, UFOs e Outros Fenômenos Extraterrestres, Arcturus Foulsham, 2008].

Profissionais da NASA e SETI captaram no rádio, conforme as narrações de Matthews, um indício que conteria uma mensagem em meados da década de 80. O sinal estava vindo de Ganimedes, lua de Júpiter, e definitivamente artificial por natureza.

Foi executado através de vários computadores e nenhum sentido decifrado quanto ao significado da mesma. O então presidente Ronald Reagan, foi notificado e uma conferência internacional montada para determinar como fazer uma tentativa para manter contato com a inteligência que estava enviando a mensagem.

Eventualmente, decidiram enviar um sinal para o local exato de proveniência, em código Morse, que era considerado por ser mais fácil para uma civilização alienígena decodificar. Foi, então, transmitido. “Recebemos o sinal, mas não entendemos. Por favor reenviar usando esta linguagem e código de transmissão.”

Imediatamente após o encaminhamento, o sinal misterioso de Ganimedes cessou a sua transmissão. Todo mundo achou que iriam receber a resposta em código Morse em curto período de tempo.

Obra de Rupert Matthews, com interessante conteúdo.

Mas, dia após dia e depois de semanas sem sinal, as autoridades começaram a perder a esperança de efetivamente recebê-la. Finalmente, após mais de um mês, um sinal foi detectado, que vinha da fonte original de rádio em Ganimedes e, incrivelmente, foi em código Morse.  

Ansiosamente, conforme o autor, cientistas da NASA traduziram o que seria o contato direto com uma inteligência não terrestre. E ela dizia: “Nós não estávamos falando com você “.

Então, esse seria o nosso primeiro contato direto com uma civilização extraterrestre? Se assim for apurada, pode ser analisada de forma positiva ou negativa. Tê-los contatado nos dizendo que não estavam falando conosco poderia indicar que não somos importantes ou desenvolvidos o suficiente para eles. No entanto, também indicaria que há várias sociedades interplanetárias na nossa vizinhança galática”.

Estejamos atentos. Estejamos em alerta. Quem sabe o início do fim da máscara que a milênios nos assola seja este… Acredito que muito tempo a farsa não aguenta. Em breve teremos notícias bombásticas sobre vida em outros planetas.

O que é Reiki?



Reiki é uma palavra japonesa que representa o Sistema de Cura Usui, desenvolvido e descoberto por Mikao Usui. Rei significa universal e representa a energia espiritual cósmica, que está presente em tudo e circunda tudo o que possa existir. Ki é a energia individual de um corpo, de um organismo. A energia Reiki é um encontro entre essas duas energias: a energia primordial universal e a nossa própria energia, o encontro de nós com a energia do Criador, a energia de Deus.

Reiki é um método natural para harmonização e reposição energética através da imposição das mãos. Esta técnica alivia o stress, mantém e restaura a saúde, além de nos potencializar e canalizar a energia universal, a essência de todos nós. Com o Reiki podemos transformar toda a energia nociva ao nosso redor, ou em nós mesmos, em energia benéfica, nos harmonizando e nos revigorando.

Assim, podemos concluir que Reiki não é religião ou crença, e sim, uma forma de cura, alternativa ao tratamento tradicional da nossa medicina, que trata o sintoma e não a causa. A energia Reiki é sutil e inteligente, agindo exatamente onde se mais precisa e exatamente no campo energético, que é a origem de todos os problemas físicos.

Reiki é o amor. O amor incondicional. O amor pelas pessoas, pelos animais, pelas plantas, pelo planeta.  O amor por nós mesmos. O amor incondicional de Deus por cada um de nós.

Reia, vista pela sonda Cassini, indo de encontro a Saturno e os anéis do planeta.

Reia, uma lua de Saturno com 1.500 km de diâmetro e composta basicamente de rocha e gelo, tem uma atmosfera tênue que é composta por 70% de oxigênio e 30% de gás carbônico, dois gases que, na Terra, são essenciais para as formas mais complexas de vida. A descoberta, feita pela sonda Cassini, da Nasa, é descrita na edição desta semana da revista Science.

Embora o oxigênio existente hoje na atmosfera da Terra seja produto da atividade de seres vivos que fazem fotossíntese, esse dificilmente será o caso em Reia, explica o principal autor do artigo que analisa os dados da Cassini, Ben Teolis.

“A atmosfera de Reia é muito fina, e a lua não tem um campo magnético próprio”, explica. “Sua superfície está totalmente desprotegida dos íons e elétrons aprisionados no campo magnético de Saturno”. O constante bombardeio de partículas sobre o gelo da superfície causa reações que formam o oxigênio, que então ou fica preso no gelo sólido ou é ejetado para atmosfera.

“O bombardeio é suficiente para criar e sustentar a atmosfera”, diz o cientista, que considera muito improvável a existência de vida em Reia, por conta das baixas temperaturas – segunda Nasa, o clima na Lua oscila de -174º C a -220º C – e da ausência de água no estado líquido.

Mas Teolis lembra que a descoberta de oxigênio na atmosfera da lua se segue à detecção de sinais da mesma substância em várias luas do planeta Júpiter, incluindo Europa, onde cientistas acreditam que existe um oceano sob a crosta de gelo.

“Isso sugere que a formação de oxigênio em corpos gelados submetidos a radiação pode ser muito comum no Universo, e pode existir o potencial para química orgânica complexa movida a oxigênio dentro de objetos como Europa ou Encélado, no nosso próprio Sistema Solar, e em outras luas pelo Universo”, especula o pesquisador. Encélado é uma lua de Saturno que apresenta sinais de água sob a superfície. “Esse tipo de química pode ser considerado um pré-requisito para a vida”.

A presença de CO2 na atmosfera da lua é um mistério maior que o oxigênio, afirma Teolis. Uma possibilidade é que Reia não  seja uma bola sólida de rocha e gelo, como se imagina, mas contenha algum líquido em seu interior, onde reações geradoras de gás carbônico poderiam ter ocorrido ou ainda estar ocorrendo.

“Qualquer espécie de reação do tipo que esteja acontecendo hoje é, na melhor das hipóteses, mínima”, acredita, acrescentando que a lua mostra sinais de intensa atividade geológica, mas ocorrida em eras passadas.

Se um dia astronautas da Terra forem visitar a lua em busca da solução para o enigma do CO2, a atmosfera de oxigênio não tornará os trajes espaciais desnecessários. “A densidade de oxigênio máxima em Reia é de 10 trilhões de moléculas por metro cúbico”, diz Teolis. Na Terra, esse número é 5 trilhões  de vezes maior.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,sonda-detecta-atmosfera-de-oxigenio-e-co2-em-lua-de-saturno,645221,0.htm

Os "pilares da criação"

A Agência Espacial Norte-Americana (NASA) anunciou uma conferência de imprensa para próxima quinta-feira, 02 de dezembro, sobre descobertas relacionadas à astrobiologia. Às 17h00 de Brasília, seus porta-vozes falarão ao público sobre as mais recentes pesquisas que, segundo comunicado, “terão impacto na busca por evidências de vida extraterrestre”.

Astrobiologia é o estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no universo. As informações estão sob embargo da revista Science, que deve publicar a descoberta e só poderá ser revelada na quinta-feira.

A coletiva será no quartel-general da agência, em Washington, transmitida ao vivo pela NASA Television e também via streaming pelo site oficial. Os participantes do evento são Mary Voytek, diretor do programa de astrobiologia da NASA, Felisa Wolfe-Simon, pesquisadora associada ligada ao departamento de pesquisas geológicas dos Estados Unidos, Pamela Conrad, astrobióloga do Centro Espacial Goddard, Steven Benner, da Fundação para Evolução Molecular Aplicada e James Elser, professor da Universidade Estadual do Arizona.

Embora não tenha divulgado nenhuma outra informação sobre o conteúdo, é possível especular algumas possibilidades pelo perfil dos participantes. O professor Elser trabalha com ambientes aquáticos e terrestres, usando uma perspectiva evolucionária para integrar diferentes níveis de organização das moléculas e células ao ecossistema.

Seu trabalho inclui o estudo da vida em lagos, inclusive em regiões geladas. Esses ambientes há muito são estudados como podendo conter pistas para o início da vida na Terra. Se ela veio do espaço (em um cometa trazendo bactérias ou organismos unicelulares, por exemplo), seriam essas regiões profundas e isoladas que guardariam os indícios.

O trabalho de Felisa Wolfe-Simon também está relacionado a água. Ela utiliza biologia molecular, bioquímica e fisiologia do fitoplâncton para descobrir a seqüência de eventos que moldou a evolução do fitoplâncton moderno nos oceanos e da própria vida. Essencialmente, sua busca é achar os detalhes da co-evolução da vida com a Terra.

Ao que tudo indica, a divulgação está mais relacionada à origem da vida no nosso planeta do que fora dele, mas só nos resta aguardar até quinta-feira para saber, exatamente, do que se trata. Da última vez que provocou tanta expectativa, em novembro, o comunicado era “somente” sobre um jovem buraco negro.

Fonte: http://www.ufo.com.br/noticias/nasa-realizara-coletiva-de-imprensa-sobre-vida-fora-da-terra